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Cicatrizes de acne: por que são tão difíceis de tratar – e como o APhen Peel® tem mudado o jogo

Por Dr. Lucas Miranda – Dermatologista, especialista em tratamentos avançados de cicatrizes e
rejuvenescimento da pele.

Conviver com acne já é, por si só, um desafio. Mas para muita gente, o problema vai além das
espinhas em si. As cicatrizes que a acne deixa são, muitas vezes, o que mais incomoda. E não só
esteticamente. Elas afetam a autoestima, a vida social e, em casos mais graves, até a saúde
emocional.

A publicitária Gabriela Martins, de 29 anos, sabe bem o que é isso. “Eu passava base todos os dias,
mesmo para ir à padaria. Não conseguia sair sem maquiagem. Já tinha feito laser, microagulhamento,
peelings médios… Mas aquelas depressões no rosto continuavam lá.”

Por que as cicatrizes de acne são tão difíceis de tratar?

Para entender o porquê da dificuldade, é importante saber como essas cicatrizes se formam. Durante
o processo inflamatório da acne – especialmente nos casos mais severos, como nódulos e cistos – há
uma destruição das fibras de colágeno na derme, camada mais profunda da pele.

A resposta cicatricial do organismo nem sempre consegue reconstruir o tecido de forma uniforme. O
resultado é uma pele com áreas de depressão, desníveis e irregularidades que permanecem por anos.
Existem diferentes tipos de cicatrizes de acne, cada uma com comportamento e resposta ao
tratamento bem distintos:

  • Cicatrizes em picotado (ice pick): estreitas e profundas, como se fossem pequenos furos de agulha.
  • Cicatrizes em caixa (boxcar): com bordas bem definidas e mais largas.
  • Cicatrizes em ondas (rolling): depressões com contornos suaves, que dão um aspecto de ondulação na
    pele.
  • E vale lembrar: uma mesma pessoa pode ter todos esses tipos ao mesmo tempo.

Os limites dos tratamentos tradicionais

Peelings superficiais, microagulhamento, lasers de CO2, radiofrequência… Todos esses métodos têm
sua importância. São ótimos para estimular o colágeno e melhorar a textura geral da pele,
principalmente em cicatrizes leves e médias.

Mas quando a destruição de colágeno é mais profunda, o resultado desses tratamentos é limitado.
“Em cicatrizes severas, a capacidade de penetração desses procedimentos não é suficiente para
atingir a camada da derme onde o problema realmente está. É como querer consertar o alicerce de
uma casa aplicando tinta na parede”, compara o Dr. Lucas Miranda, com mais de 15 anos de
experiência clínica em dermatologia estética.

Além disso, muitos pacientes chegam ao consultório já cansados. Depois de anos tentando, acabam
desmotivados, achando que vão ter que conviver com aquilo para o resto da vida.

O APhen Peel® como alternativa segura e profunda

O APhen Peel® surgiu como uma solução para esse perfil de paciente. É um peeling químico de ação
profunda, com uma formulação exclusiva, que não contém fenol – detalhe importante, principalmente
para quem tem receio dos efeitos colaterais sistêmicos que o peeling de fenol clássico podia causar.
A fórmula do APhen Peel® permite uma penetração controlada até as camadas mais profundas da
pele, com segurança e previsibilidade.

O procedimento é feito em ambiente ambulatorial, com sedação leve, sempre com anestesista
presente. O paciente não precisa de internação e vai para casa no mesmo dia.

“Nosso objetivo com o APhen Peel® não é apenas melhorar a superfície da pele, mas promover uma
verdadeira reestruturação da derme. Estimulamos a formação de novas fibras de colágeno,
reorganizamos a matriz extracelular e tratamos o problema na origem”, explica Dr. Lucas.

Como é a recuperação?

É um processo que exige preparo emocional. Nos primeiros dias, a pele escurece, forma uma crosta
superficial e depois descama de forma intensa.

Não se recomenda o uso de compressas frias nem de cremes emolientes durante essa fase. O
acompanhamento médico é contínuo, com orientações detalhadas e personalizadas para cada
paciente.

A melhora da textura já começa a ser percebida por volta do segundo mês, com o resultado final
consolidando entre o terceiro e o sexto mês após o procedimento.

Depoimentos reais: mudança de vida

Gabriela, a publicitária, diz que o pós-procedimento foi desafiador. “Os primeiros dias assustam… Mas
o acompanhamento que recebi fez toda a diferença. Hoje, minha pele tem um brilho e uma textura
que eu nunca imaginei. As cicatrizes, que antes me deixavam constrangida até para tirar uma selfie,
estão muito mais suaves.”

E ela não é exceção. Estudos apresentados mostraram que mais de 85% dos pacientes com cicatrizes
de acne severas relataram melhora significativa após o APhen Peel®, com baixos índices de efeitos
colaterais e alta taxa de satisfação.

Além da melhora nas depressões da pele, os pacientes também relataram redução de poros dilatados,
uniformização do tom e ganho de luminosidade.

Para quem é indicado?

O APhen Peel® não é indicado para todos os tipos de pele nem para todos os casos de cicatrizes. A
avaliação médica antes da indicação é essencial.

“Analisamos o tipo de cicatriz, o fototipo de pele, o histórico de tratamentos anteriores e o estilo de
vida do paciente. Não indicamos o APhen Peel® para casos de cicatrizes muito superficiais ou quando
o paciente não tem perfil pra enfrentar o processo de recuperação”, reforça Dr. Lucas.

Para quem convive há anos com as marcas da acne e já esgotou outras opções, o APhen Peel® tem se
mostrado uma solução real, com resultados profundos, duradouros e, acima de tudo, seguros.

Se a história das suas cicatrizes parece não ter fim… talvez seja a hora de reescrever esse capítulo.
O Dr. Lucas Miranda é dermatologista, mestre em Ciências da Saúde e membro da Sociedade
Brasileira de Dermatologia (SBD). Atua há mais de 15 anos com foco em rejuvenescimento facial,
cicatrizes complexas e tratamentos de alta performance em pele.

Fontes:

Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)
Associação Brasileira de Medicina Estética (ABME)
Estudos clínicos sobre cicatrizes de acne: Journal of the American Academy of Dermatology (2023)
Entrevistas com pacientes (junho de 2025)

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