No universo da dermatologia estética, a busca por rejuvenescimento eficaz é constante. O APhen Peel® se destaca por sua
capacidade de promover uma renovação profunda e transformadora. No entanto, sua potência exige um entendimento
minucioso dos aspectos técnicos e de segurança, pilares que garantem o sucesso e a integridade do paciente. Para desvendar
essa complexidade, conversamos com o Dr. Lucas Miranda, Médico Dermatologista, especialista em rejuvenescimento facial,
uma autoridade no assunto.
Em seu consultório, o Dr. Lucas Miranda enfatiza que o APhen Peel® não é um tratamento simples. “Ele é uma ferramenta
extraordinária, mas demanda conhecimento profundo, técnica apurada e um rigoroso protocolo de segurança”, afirma. “A
diferença entre um resultado excepcional e uma complicação está justamente no domínio técnico e na compreensão dos
limites do procedimento.”
O APhen Peel® é uma formulação de peeling profundo que atua de forma potente. Sua eficácia e particularidades residem
na sinergia de seus componentes. O Dr. Lucas detalha que esses ativos promovem a desnaturação proteica controlada da
epiderme e derme superior, desencadeando renovação celular e estimulação de novo colágeno.
Essa combinação permite ao APhen Peel® ir além de um peeling de média profundidade, tratando rugas severas,
fotoenvelhecimento avançado e uniformizando manchas persistentes.
A aplicação do APhen Peel® é um procedimento meticuloso que exige experiência e rigor. O Dr. Lucas Miranda explica as
etapas:
“A preparação da pele dura algumas semanas antes do procedimento”, afirma o Dr. Miranda. Ele pode prescrever cremes
com retinoides ou outros clareadores e função hidratante. “Essa fase otimiza a penetração do peeling e minimiza o risco de
hiperpigmentação pós-inflamatória, especialmente em peles mais claras com tendência a manchas.”
Devido à intensidade do APhen Peel®, o procedimento é realizado sob sedação, com monitoramento. “A segurança do
paciente é inegociável”, enfatiza Dr. Lucas. No APhen Peel®, não há riscos sistêmicos como o Peeling de Fenol possuía.
A aplicação é feita em fases e por zonas. “Aplicamos o produto em áreas específicas, como testa, bochechas, queixo e,
crucialmente, ao redor dos olhos e da boca. Cada área tem uma resposta diferente, e a técnica deve ser adaptada”, explica
o dermatologista. O tempo de contato e o número de camadas são controlados com precisão.
Como todo procedimento médico, o APhen Peel® tem riscos. O Dr. Lucas Miranda é enfático na comunicação transparente.
“Uma das contraindicações mais importantes é para peles negras. O risco de hipopigmentação permanente e irreversível –
manchas brancas que não recuperam a cor – é extremamente alto. Nesses casos, o APhen Peel® não deve ser realizado”,
alerta o Dr. Lucas Miranda.
Outras contraindicações incluem doenças cardíacas, renais ou hepáticas graves, e predisposição à formação de queloides.
“A avaliação pré-anestésica e o histórico de saúde jamais podem ser negligenciados”, reforça o especialista.
● Hiperpigmentação Pós-Inflamatória (HPI): Escurecimento temporário da pele, mais comum em fototipos
mais altos. Prevenida com preparação e fotoproteção rigorosa.
● Hipopigmentação: Perda permanente da coloração, principal motivo da contraindicação para peles negras.
● Cicatrizes: Podem ocorrer por infecção, má cicatrização ou aplicação excessiva. Prevenção com técnica precisa e
cuidados pós-peeling.
● Infecções: Prevenidas com profilaxia antiviral e antibiótica.
O sucesso do APhen Peel® depende intrinsecamente da escolha do profissional. No Brasil, apenas o Dr. Lucas Miranda é
habilitado para realizar este procedimento.
“A pele passará por formação de crostas e intensa descamação. É fundamental não manipular, não puxar as cascas, e
manter a pele hidratada com produtos específicos”, orienta Dr. Lucas Miranda. A fotoproteção rigorosa é o mandamento
principal. “A nova pele é extremamente vulnerável ao sol. Protetor solar com FPS 60+ e reaplicação frequente, além de
chapéus e óculos de sol, são indispensáveis.”
“As consultas de acompanhamento são vitais. Elas me permitem monitorar a cicatrização, intervir precocemente e guiar o
paciente pela fase de vermelhidão e sensibilidade”, explica Dr. Lucas.
“O APhen Peel®, quando realizado por um Médico Dermatologista, especialista em rejuvenescimento facial, com a técnica e
segurança necessárias, oferece resultados de rejuvenescimento excepcionais. É uma ferramenta que exige respeito e
conhecimento, mas que pode devolver uma pele visivelmente mais jovem e saudável, impactando positivamente a vida do
paciente”, conclui o Dr. Lucas Miranda, reforçando a confiança na ciência e na expertise médica para uma transformação
segura e eficaz.